Foi lá por 2002, 2003, no Forum Social Mundial, em Porto Alegre. Um evento bastante concorrido discutia a questão palestina no ginásio lotado do Beira-Rio. Uma moça da platéia se inscreve para falar. Não fala mais do que 2 minutos. “Gente, violência contra violência. Por que os palestinos não adotam a estratégia da não violência? Por que não seguem os exemplos de Gandhi e Martin Luther King? Por que não discutimos isso?”. Ninguém deu importância, e me pareceu que algumas pessoas olharam para a moça como se fosse um ET. Gostaria muito que aquele moça de boa vontade lesse este link
quinta-feira, 19 de maio de 2011
Palestina e Não-Violência
Foi lá por 2002, 2003, no Forum Social Mundial, em Porto Alegre. Um evento bastante concorrido discutia a questão palestina no ginásio lotado do Beira-Rio. Uma moça da platéia se inscreve para falar. Não fala mais do que 2 minutos. “Gente, violência contra violência. Por que os palestinos não adotam a estratégia da não violência? Por que não seguem os exemplos de Gandhi e Martin Luther King? Por que não discutimos isso?”. Ninguém deu importância, e me pareceu que algumas pessoas olharam para a moça como se fosse um ET. Gostaria muito que aquele moça de boa vontade lesse este link
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